TENDO como base o texto bíblico de Romanos 12.1,2, gostaria de convidar, não só os jovens, mas a todos os leitores para juntos refletirmos sobre o impacto destas datas festivas em nossas vidas.Já dizem alguns que “na Bahia é festa todo o dia”, este slogan convida-nos a analisarmos sucintamente, como estas festas tem influenciado no nosso estilo de vida.
Entre muitas datas festivas quero citar algumas que repercutem de forma geral no nosso dia-a-dia, são elas: o Carnaval, a Páscoa, as Festas Juninas e o Natal.
Vejo que o Carnaval como uma bola de neve, que ao descer a montanha, arrasta tudo que encontra no caminho.
A Páscoa dá ênfase ao coelhinho e seus ovos, tudo fantasia, tendo como objetivo deixar no segundo plano a principal razão da festa que é lembrar-nos da morte e ressurreição de Jesus.
As Festas Juninas é considerada uma das melhores festas no interior baiano, pois seu destaque está nos cantores sertanejos, bandas de forró, comidas típicas e grandes festas arraiais; pergunto-me onde é que João Batista, o grande profeta, que aplanou os caminhos para Jesus é homenageado? Quem sabe a importância deste profeta?
João Batista foi substituído pelos forrós e licores.
Enfim, chegamos no Natal, festa que movimenta todo o comércio, somos convidados a nos confraternizarmos, a proclamar-mos a paz e a harmonia, a não esquecermos dos presentes, mas, onde está o aniversariante? Ah, está na manjedoura, Jesus menino, indefeso, cercado de bichinhos.
Passeei rapidamente nestas datas festivas e percebi que mesmo com minhas convicções cristãs, não consegui escapar dos apelos da mídia. Mas, até onde nós cristãos estamos envolvidos nestas festas? Quais as verdades bíblicas que testemunhamos?
As Festas Juninas estão aí, e junto com os apelos da mídia e dos amigos, quer jovens ou não, são laçados, esquecendo-se do aviso do apóstolo Paulo: “Rogo-vos, pois, irmãos que apresenteis seus corpos como sacrifício vivo… não vos conformeis com este mundo, mas transformai-o pela renovação do vosso entendimento, se assim o fizermos saberemos qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus para nossas vidas” (Romanos 12.1,2).
Que Deus tenha misericórdia de nós e nos dê entendimento, enquanto é tempo.
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